Estrutura NetEye

Última atualização: Oct 11, 2018 04:00PM BRT



 

Funcionamento básico dos componentes do NetEye



Figura 1: Conexões e portas

 
Collector:

É o serviço que roda em um servidor, recebe todas informações geradas nas estações de trabalho de cada usuário e as grava na base de dados.


Cliente:

É o agente que roda na estação de cada usuário, obtendo as informações de inventário, produtividade, acessos indevidos, entre outros e enviando para o Collector.


Banco de dados: 

O armazenamento das informações será feito no banco de dados, que poderá estar rodando no mesmo servidor do Collector ou em um servidor de banco de dados separado. Atualmente o NetEye é compatível com Firebird 1.5 e SQL Server.

 
Controller: 

Programa responsável por vários processos do NetEye, entre eles o “Controle de Cópias”, centralizando estas informações no software, este serviço fica responsável por gerir as licenças de uso do NetEye.


Console:

É a ferramenta que possibilita o acesso a todos os dados, disponibilizando gráficos, relatórios, interatividade com os usuários, entre outros.

 
Gateway:

Quando o acesso remoto do NetEye estiver sendo utilizado, este componente serve como uma “ponte” entre a Console e o Cliente, encaminhando as requisições e respostas entre os dois.
 





 

Ambientes de utilização NetEye



Figura 2: Ambiente exemplificando uma rede local utilizando o NetEye

 

Figura 3: Ambiente exemplificando uma rede com duas Subnets distintas, utilizando o NetEye com banco de dados central

 
 


Figura 4: Ambiente exemplificando uma rede com duas Subnets distintas, utilizando banco de dados local, replicando para um banco de dados central, utilizando o NetEye


 

Figura 5: Ambiente exemplificando a estrutura estendida de instalação do NetEye



Neste exemplo são utilizados diversos Collectors, oferecendo uma maior flexibilidade na organização dos agentes em sub-redes diferentes. É possível utilizar Collectors de contingência para caso algum outro Collector falhe, possibilitando assim manter alta disponibilidade. Completando o cenário, temos o Controller que identifica Collectors ativos desempenhando a função de "heartbeat" entre eles. Os agentes percebendo a falha em qualquer um dos nós, redirecionam a conexão para o Collector da contingência provendo assim um mecanismo avançado de "Failover".

Nesta organização o banco de dados continua sendo único e centralizado, o qual deve ser configurado em modo "cluster" para prover alta disponibilidade, onde a implantação deve seguir a implementação de cada fabricante suportado. No entanto, nada impede que exista um banco de dados distribuído e replicado. Para isso, deve-se utilizar tecnologia oferecida pelo próprio banco de dados.

Os Collectors possuem um algoritmo de conexão com banco de dados para uso em redes com alta latência e baixa largura de banda.

Com a flexibilidade de ambientes que o NetEye possibilita utilizar, é possível usar clusters (com dois ou mais servidores) sendo físicos ou virtuais, em modo ativo/passivo em redes locais ou subnets distintas. Eles trabalham sempre com alta disponibilidade, não havendo problemas em caso de falhas devido a carga de dados ser redirecionada para outro nó sem nenhum dano nas informações e sem interrupções de conexão, onde cada um dos nós trabalhará de forma independente do outro. Neste cenário de clusters, o ambiente tem o gerenciamento centralizado, e executa de forma transparente suas atualizações tanto nos agentes quanto no próprio cluster, não sendo visível aos usuários finais.
 
 


 
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